http://www.facebook.com/photo.php?fbid=178670215562589&set=a.160080424088235.35709.100002588343299&type=3&theater
Ok jovens moradores desse país, aqui é um exemplo de um BRASILEIRO ao qual tenho orgulho de chamar de COMPATRIOTA e os motivos são até coisas que deveriam ser comum, por exemplo o fato de ter orgulho de sua origem, defender sua opinião e algo raro ultimamente, ter uma opinião e saber argumenta-la sem baixaria usando argumentos sólidos. Um herói, tens a minha admiração.
sábado, 10 de dezembro de 2011
segunda-feira, 28 de novembro de 2011
desculpas
Peço as mais sinceras desculpas
por esse abandono do blog
sem postagem nova há algum tempo
mas o tempo anda apertado
e a memória precária
mas pretendo dentro do possivel voltar a postar com frequencia.
por esse abandono do blog
sem postagem nova há algum tempo
mas o tempo anda apertado
e a memória precária
mas pretendo dentro do possivel voltar a postar com frequencia.
domingo, 2 de outubro de 2011
Se não te fazer falta.
eu te procuro
me estico e não te alcanço
é como a luz tentando tocar as trevas...
sei que nem todo que ama é amado
mas é demais pedir ao ser que se ama
piedade?
devolva as minhas coisas que não esta usando
por exemplo..
as minhas noites de sono
a minha vontade de sair,
fome, cede...
e procure outro lugar pra morar
deixe alguém que procure abrigo morar nesse coração.
me estico e não te alcanço
é como a luz tentando tocar as trevas...
sei que nem todo que ama é amado
mas é demais pedir ao ser que se ama
piedade?
devolva as minhas coisas que não esta usando
por exemplo..
as minhas noites de sono
a minha vontade de sair,
fome, cede...
e procure outro lugar pra morar
deixe alguém que procure abrigo morar nesse coração.
sábado, 30 de julho de 2011
No meio da poeira
E eu que me jugava tão racional
deixei de lado a razão
procurei no improvável
o que se fez necessário
e tenho trocado o certo pelo sonho
agora ando assim errante em um deserto
não vejo o céu
não sei do tempo
o sol me faz arder
afundo na areia do meu próprio fim
só falta admitir que assim será
não tenho remédio pras feridas
minha garganta seca grita
mas não tem ninguém pra ouvir
ninguém de verdade pra conversar
pra dividir a solidão dos meus passos
esse passos que o vento apaga
e nunca vão saber que eu trilhei
das batalhas que travei
os coites que vi de tão perto
selvagens como eu
sem razão nesse deserto
esperando a chuva refrescar
ou a morte cessar a dor.
deixei de lado a razão
procurei no improvável
o que se fez necessário
e tenho trocado o certo pelo sonho
agora ando assim errante em um deserto
não vejo o céu
não sei do tempo
o sol me faz arder
afundo na areia do meu próprio fim
só falta admitir que assim será
não tenho remédio pras feridas
minha garganta seca grita
mas não tem ninguém pra ouvir
ninguém de verdade pra conversar
pra dividir a solidão dos meus passos
esse passos que o vento apaga
e nunca vão saber que eu trilhei
das batalhas que travei
os coites que vi de tão perto
selvagens como eu
sem razão nesse deserto
esperando a chuva refrescar
ou a morte cessar a dor.
terça-feira, 26 de julho de 2011
Daniel na Cova dos Leões
Aquele gosto amargo do teu corpo
Ficou na minha boca por mais tempo
De amargo então salgado ficou doce,
Assim que o teu cheiro forte e lento
Fez casa nos meus braços e ainda leve
Forte, cego e tenso fez saber
Que ainda era muito e muito pouco.
Faço nosso o meu segredo mais sincero
E desafio o instinto dissonante.
A insegurança não me ataca quando erro
E o teu momento passa a ser o meu instante.
E o teu medo de ter medo de ter medo
Não faz da minha força confusão
Teu corpo é meu espelho e em ti navego
E eu sei que a tua correnteza não tem direção.
Mas, tão certo quanto o erro de ser barco
A motor e insistir em usar os remos,
É o mal que a água faz quando se afoga
E o salva-vidas não está lá porque
Não vemos
Legião Urbana
Uma musica pra pensa...
sexta-feira, 24 de junho de 2011
Tristeza e Felicidade
Resolvi ser feliz afinal ser triste custava muito...
A srta.Tristeza é muito cara, me exigia muito
Noites regadas a bebida
Já não saia com os amigos
Lhe dei minhas noites em claro
Não via nada além da minha senhorita
Ela me envolvia em seus braços
Gélidos de quem consumia sem amor
Comprei mil coisas mas nada a satisfazia
Então me cansei de gastar com remédios de suas dores intermináveis
Quando encontrei alguem que me sorria
De vestes simples, humilde e braços abertos...
Assim me recebeu Felicidade
Cheia de vida, de beijos, carinhos
Nada me pede tudo me dá e lhe basto
Me apaixonei por ela e pela vida e não largo por nada!
A srta.Tristeza é muito cara, me exigia muito
Noites regadas a bebida
Já não saia com os amigos
Lhe dei minhas noites em claro
Não via nada além da minha senhorita
Ela me envolvia em seus braços
Gélidos de quem consumia sem amor
Comprei mil coisas mas nada a satisfazia
Então me cansei de gastar com remédios de suas dores intermináveis
Quando encontrei alguem que me sorria
De vestes simples, humilde e braços abertos...
Assim me recebeu Felicidade
Cheia de vida, de beijos, carinhos
Nada me pede tudo me dá e lhe basto
Me apaixonei por ela e pela vida e não largo por nada!
sexta-feira, 17 de junho de 2011
Poetas
Assim como uma meretriz
Vende uma ideia de amor
Deitam-se na cama do desconhecido
Sopra-lhes intimidades ao pé do ouvido
Despem-se
Despe-lhe
No fundo só pele
Não importa quantas noites
Não ama...
Não ama quem lhe possui
Os braços
Os dentes
A boca
Estão inteiros
Mas só se tem metade
As feridas os adornos
Estãos expostos...
Depois de tudo
Fica a dúvida
Quem tinham em mente?
Vende uma ideia de amor
Deitam-se na cama do desconhecido
Sopra-lhes intimidades ao pé do ouvido
Despem-se
Despe-lhe
No fundo só pele
Não importa quantas noites
Não ama...
Não ama quem lhe possui
Os braços
Os dentes
A boca
Estão inteiros
Mas só se tem metade
As feridas os adornos
Estãos expostos...
Depois de tudo
Fica a dúvida
Quem tinham em mente?
Não sei se é poesia...mas é pra você
Gosto desse seu sorriso de criança
Ver você sorrir me faz crer
Que o mundo tem solução
Me esqueço de tudo
Quando me diz "oi"
Quando me diz "oi"
É um parêntese no tempo
Não enxergo o antes
Não preciso do depois...
Não enxergo o antes
Não preciso do depois...
O Rato
Deixa o rato com o sofá
Vou pra minha cama
Vou só
Pois nem de noite nem de dia
Me acostumei a companhia
Nem pernilongo, nem poeira
Seu rato me desculpe a grosseria
Não lhe jugo má figura
Alias tem até certa finura
Imagino sua vida
Correr de rodos, vassouras
Emboscadas traiçoeiras
Gatos, ratoeiras
Dos gritos das histéricas
Da fome e da miséria
Tem até certa nobreza
Mas foge
Que aqui se arrisca
E se demora, simpatizo
Logo mais vira amigo
Ai então parte
Leva um pedaço meu contigo
E nada mais fica
Só a sala
Só e fria.
Vou pra minha cama
Vou só
Pois nem de noite nem de dia
Me acostumei a companhia
Nem pernilongo, nem poeira
Seu rato me desculpe a grosseria
Não lhe jugo má figura
Alias tem até certa finura
Imagino sua vida
Correr de rodos, vassouras
Emboscadas traiçoeiras
Gatos, ratoeiras
Dos gritos das histéricas
Da fome e da miséria
Tem até certa nobreza
Mas foge
Que aqui se arrisca
E se demora, simpatizo
Logo mais vira amigo
Ai então parte
Leva um pedaço meu contigo
E nada mais fica
Só a sala
Só e fria.
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